Os riscos cibernéticos são a principal preocupação global para as empresas em 2022, de acordo com o Allianz Risk Barometer da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). A ameaça de ataques ransomware, vazamento de dados ou interrupções de TI preocupa as organizações mais do que disrupções nos negócios nas cadeias de abastecimento, os desastres naturais ou a pandemia, temas que afetaram fortemente os negócios ao redor do mundo no último ano.
No Brasil, pelo segundo ano consecutivo os riscos cibernéticos aparecem como principal preocupação para as empresas brasileiras, de acordo com o relatório. Cerca de 64% dos respondentes consideram essa a maior ameaça para os negócios, seguido das catástrofes naturais (30%) e a interrupção de negócios (29%).
A pesquisa revela também quais são as principais ameaças segundo as empresas do segmento de varejo e atacado no mundo. As interrupções de negócio são o principal risco segundo 56% das respondentes, em segundo lugar estão os crimes cibernéticos (29%), seguido das catástrofes naturais (27%).
De acordo com a pesquisa, a causa de interrupção de negócios mais preocupante são os incidentes cibernéticos; refletindo o aumento dos ataques de ransomware, mas também o impacto da crescente dependência das empresas na digitalização e a mudança para o trabalho remoto.
Segundo o índice MCC-Enet, levantamento desenvolvido pela Neotrust Movimento Compre & Confie, comitê em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net), a Região Sudeste iniciou o ano com bom desempenho no e-commerce. As vendas do setor, ao comparar os meses de janeiro (2022 e 2021), expandiram em 17,22%. Já o faturamento, usando a mesma base comparativa, teve alta de 16,44%.
No mesmo período, quando são observados os dados de venda por região, o Sudeste ocupou a última colocação. As demais regiões tiveram o seguinte desempenho: Norte (33,49%); Centro-Oeste (28,87%); Nordeste (27,35%); Sul (23,19%).
Ao observar as vendas virtuais, no período de janeiro ante dezembro, neste caso, a variação foi negativa: (-2,12%%). Já o acumulado dos últimos 12 meses, os resultados seguem positivos: 11,10%.
No acumulado dos últimos 12 meses, as demais regiões tiveram os seguintes resultados: Nordeste (27,98%); Centro-Oeste (25,70%); Norte (24,68%); e Sul (22,78%).
Na métrica de faturamento do Sudeste, considerando a comparação entre janeiro e dezembro, apresentou alta de 6,15%. No acumulado dos últimos 12 meses, cresceu em 21,11%.
As demais regiões tiveram o seguinte desempenho, no acumulado dos últimos 12 meses: Centro-Oeste (33,52%); Sul (33,39%); Nordeste (29,93%); e Norte (27,55%).
FONTE: MONITOR MERCANTIL