Hackers apoiados pela Rússia atacam sites lituanos

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Hackers apoiados pela Rússia atacam sites lituanos. Vários sites do setor público e privado na Lituânia foram temporariamente desativados na segunda-feira após um ataque cibernético supostamente realizado por um grupo de hackers apoiado pela Rússia.

O diretor interino do Centro Nacional de Segurança Cibernética da Lituânia, Jonas Skardinskas, disse que a interrupção foi um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS) em andamento que visava a Transferência Nacional Segura de Dados do país, bem como outras instituições governamentais e empresas privadas. 

É altamente provável que ataques tão intensos ou ainda mais intensos continuem nos próximos dias, especialmente contra os setores de comunicações, energia e financeiro”, disse Skardinskas. 

Um grupo de hackers apoiado pela Rússia, conhecido como Killnet, reivindicou a responsabilidade pelo hack contra a Lituânia, de acordo com várias reportagens. 

Os hackers alegaram que o ataque foi uma retaliação à decisão da Lituânia de interromper o envio de algumas mercadorias para o enclave russo de Kaliningrado, situado entre a Polônia e a Lituânia, informou a Reuters. 

O Ministério da Defesa da Lituânia pediu que todas as instituições governamentais e privadas tomem precauções extras de segurança cibernética e sigam as orientações do governo contra ataques DDoS. A agência também alertou sobre possíveis esforços de ransomware e desfiguração de sites.  

O hack segue um  relatório da Microsoft  divulgado na semana passada detalhando como a Rússia lançou inúmeras campanhas de espionagem cibernética contra a Ucrânia e seus aliados. 

O relatório descobriu que as campanhas visavam entidades em 42 países espalhados por seis continentes e se concentravam principalmente em grupos que apoiam a Ucrânia e os aliados da OTAN, incluindo os Estados Unidos, que tem sido o principal alvo da Rússia. 

A empresa de tecnologia também encontrou um aumento na atividade cibernética na Polônia, bem como na Finlândia e na Suécia, que recentemente solicitaram a adesão à OTAN.

The Hill entrou em contato com a Embaixada da Lituânia em Washington para comentar.

FONTE: MINUTO DA SEGURANCA

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