Para 44% dos executivos brasileiros, governo deve fazer para proteger as empresas de crime cibernético

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Com lei de proteção de dados, empresas brasileiras se sentem mais seguras

Os empresários brasileiros acreditam que as autoridades públicas podem fazer mais em relação aos crimes cometidos por hackers, uma vez que as leis e as regulamentações são fundamentais para dar mais segurança jurídica para as empresas.

Segundo o relatório Global Cyber Risk Perception Survey, 35% dos executivos brasileiros acreditam que as leis ajudam a melhorar o posicionamento das organizações em cibersegurança. O dado consta em recente pesquisa realizada pela Marsh, líder global em consultoria de riscos e seguros em parceria com a Microsoft Corp., líder mundial em plataformas e produtividade para mobile-first y cloud-first.

Participaram do levantamento 1.500 organizações de diversos países, sendo 531 delas na América Latina (96 são brasileiras). Segundo o estudo, para 44% dos entrevistados brasileiros, os governos devem fazer mais para ajudar o setor privado se proteger contra os ataques de hackers. Outro grupo, 44%, disse estar muito preocupados com invasão de hackers ao Estado.

Para a Líder de Cyber da Marsh Brasil, Marta Schuh, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP), nesse sentido, representa avanços significativos na proteção de dados. “Por outro lado, as empresas, na necessidade de se adequarem, têm buscado entender mais sobre a questão que deve ser gerenciada estrategicamente e envolver diversos setores da organização”, afirma a especialista.

A tecnologia está transformando drasticamente o ambiente corporativo global, gerando uma gama mais ampla de riscos interligados e em constante mudança, como é o caso do risco cibernético. Tanto que, no Brasil, 57% das participantes do levantamento, classificaram o risco cibernético como uma de suas cinco principais preocupações e 17% o consideraram o seu risco número 1.

FONTE: SEGS

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