Golpes por biometria facial: 4 dicas para evitá-los

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Especialista da Nethone reforça a necessidade de educar o mercado e ter cuidado na escolha de sistemas de reconhecimento.

Foto: Canva

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Segundo dados da empresa Statista, o mercado de reconhecimento facial, estimado em cerca de 5 bilhões de dólares em 2021, deve crescer para chegar a 12,67 bilhões de dólares em 2028 com a ajuda da inteligência artificial (IA). A biometria facial é uma das formas mais seguras de autenticação digital disponíveis no mercado. Além da segurança, traz conforto ao consumidor, que não precisa mais de senhas escritas ou números para desbloquear seus dados.

No entanto, uma modalidade de golpe comum por meio da biometria facial é o Deepfake. Na fraude, não apenas o rosto é clonado, mas também a voz e os maneirismos da pessoa. Com o crescimento do uso da inteligência artificial, o golpe vem se intensificando por meio de vídeo chamadas e ligações telefônicas para enganar humanos e sistemas não avançados de reconhecimento de identidade.

Mas esses golpes podem ser evitados por meio de soluções tecnológicas e antifraude. Um exemplo é a Nethone, empresa que possui um software para prevenir fraudes digitais. Com análise em tempo real das características do usuário, do dispositivo utilizado, da rede e da biometria comportamental – sem afetar a navegação do usuário ou criar etapas adicionais de verificação ativa, o sistema Nethone evita 95,3% das tentativas de roubo de conta.

Nessa linha, Thiago Bertacchini, especialista em fraude digital e Executivo Sênior de Desenvolvimento de Negócios da Nethone, aponta dicas para evitar golpes usando biometria facial:

1.Educar o mercado:

O primeiro passo é conscientizar empresas e consumidores sobre os golpes existentes no uso de ferramentas como inteligência artificial e biometria facial é fundamental para que tenham conhecimento do que é possível, bem como das formas de prevenção existentes.

2.Não deixe estranhos tirarem fotos suas sem saber o motivo:

“Para as pessoas, uma das dicas mais importantes é ter cuidado com quem deixamos nossas fotos serem tiradas, além de sempre perguntar o porquê, já que elas podem ser usadas para aplicar o golpe em questão”, analisa Bertacchini.

3.Tenha cuidado ao escolher sistemas de reconhecimento:

Quando as empresas optam pelo uso da biometria facial, é fundamental contar com sistemas de reconhecimento para isso. Portanto, deve-se ter cuidado na contratação desses fornecedores. “Caso sejam percebidas vulnerabilidades nessas plataformas, não as utilize, faça avaliações frequentes e altere-as, se necessário”, diz o especialista.

4.Invista em soluções de prevenção de fraudes digitais:

Para as empresas, também é fundamental a contratação de soluções tecnológicas e validadas de prevenção a fraudes, que precisam analisar dados de dispositivo, rede, comportamento do usuário e contexto de dados.

FONTE: IT SECTION

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