O MLV II é a segunda versão de um recurso de manutenção que deve “reduzir a vulnerabilidade a ataques cibernéticos para aeronaves F-16”.
O sistema é usado para carregar e verificar o software no caça, garantindo que softwares ou arquivos maliciosos não possam entrar na aeronave.
O sistema suporta arquivos de dados de missão, dados de voo e falhas e software de terceiros. Ele suporta mais de 100 sistemas de bordo do F-16, incluindo componentes críticos de voo e missão, como radar, controle de motor, navegação, comunicações, gravadores de dados de acidentes e guerra eletrônica, controle de missão e voo.
“Esta nova versão do produto incluirá capacidades de missão de aeronaves cibernéticas, com uma arquitetura de sistema aberta que reduz os custos do ciclo de vida”, disse Carl Huncharek, diretor da linha de produtos F-16 da BAE Systems.
A empresa diz que o MLV II, fabricado em Fort Worth, Texas, é totalmente compatível com a frota de F-16 e será usado em todas as novas implantações, enquanto os equipamentos existentes também continuarão sendo suportados.
A BAE diz que o sistema de segurança cibernética foi testado pelos EUA e mais de duas dúzias de seus aliados.
FONTE: SECURITY WEEK