A fraude digital tem repercussões financeiras e psicológicas significativas nas vítimas, de acordo com a Telesign. As empresas podem encontrar um novo motivo para temer a fraude digital, já que os impactos negativos da fraude digital na percepção da marca e nos resultados das empresas.
Confiança no mundo digital
A confiança desempenha um papel crítico no mundo digital. Entender o sentimento do consumidor em torno desse tema é fundamental para que as empresas construam e mantenham relacionamentos duradouros com seus clientes.
Os pesquisadores ressaltam a obrigação das empresas de garantir proteções de privacidade e confiança em cada interação digital, ao mesmo tempo em que destacam o que pode acontecer quando as empresas não correspondem a essa expectativa.
Os usuários digitais não mediriam esforços para evitar se tornarem vítimas de fraudes digitais
- 23% dos consumidores compartilharam que preferem nunca mais comer chocolate ou serem auditados pela Receita Federal do que se tornarem vítimas de fraudes digitais.
- 30% dos consumidores entrevistados relataram que foram vítimas de fraude nos últimos três anos. Aqueles que passam mais tempo na Internet e usam mais serviços digitais são estatisticamente mais propensos a serem vitimizados.
- 61% das vítimas relatam perdas financeiras, e um terço das vítimas relatam perdas de mais de US$ 1.000.
- O impacto nas vítimas não é apenas financeiro. 40% citam preocupações com a saúde mental e 44% caracterizam o incidente como sendo “muito impactante” sobre eles.
Consumidor teme que fraudes digitais aumentem
50% dos consumidores entrevistados indicaram que seu nível de apreensão em relação a fraudes telefônicas e digitais aumentou nos últimos dois anos.
Forte impacto negativo da marca pode se multiplicar, levando a perdas de receita e fidelização de clientes
- As violações de dados, que representaram 44% dos incidentes de fraude neste estudo, têm um impacto profundo e negativo na percepção da marca, com 44% das vítimas de violação de dados dizendo a amigos e familiares para não se associarem à marca.
- 43% das vítimas de violação de dados deixaram de se associar pessoalmente à marca.
- 30% das vítimas de violação de dados postaram nas redes sociais sobre o incidente de fraude, amplificando ainda mais as percepções negativas da marca.
- 59% das vítimas, que foram inicialmente expostas a fraudes em canais de mídia social, indicam que são menos propensas a usar as mídias sociais completamente. Outros relatam que são menos propensos a usar aplicativos de serviços bancários e de pagamento on-line como resultado de suas experiências.
Proteção da privacidade digital contra fraudes
Há um forte consenso entre os consumidores entrevistados (94% concordam) de que as empresas têm responsabilidade pela proteção de sua privacidade digital. 70% concordam fortemente que as empresas têm a responsabilidade de proteger a privacidade digital dos usuários e 24% concordam um pouco. Os entrevistados mais velhos são mais propensos a concordar fortemente com esses sentimentos.
Atualmente, 55% dos consumidores entrevistados usam software para proteger sua privacidade digital. Vítimas anteriores de fraude eram estatisticamente mais propensas a usar esse tipo de software.
“A confiança impacta profundamente a forma como os clientes percebem e se envolvem com uma marca. Com o medo de fraude digital aumentando entre os consumidores, o valor de estabelecer e manter a confiança nas transações comerciais é fundamental”, disse Kristi Melani, CMO e Estratégia GTM da Telesign.
“O desafio para o consumidor de hoje é decidir em quem ele pode confiar e, com base nas descobertas do Índice de Confiança, sabemos que ele está procurando validação de que as empresas com quem se relacionam são confiáveis. Continuaremos a monitorar o sentimento do consumidor com nossa pesquisa Índice de Confiança para entender melhor como e onde a confiança desempenha em sua jornada. As empresas mais confiáveis serão aquelas que empregam as tecnologias mais recentes para criar ambientes que tornem o Continuous Trust uma realidade”, continuou Melani.
“Proteger identidades digitais e incorporar segurança na vida cotidiana é uma grande preocupação para as empresas”, disse Daniel Newman, sócio-fundador e analista principal da Futurum Research.
“Fazer isso de forma eficaz requer o equilíbrio adequado entre segurança e experiência do usuário. A Telesign continua demonstrando uma liderança inestimável na solução deste desafio e tornando o mundo digital mais seguro para todos”, concluiu Newman.
FONTE: HELPNET SECURITY