Instituições de saúde precisam estar alertas no uso da IoT, aponta Claroty

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Ataques explorando Internet das Coisas e a maior atenção de cibercriminosos no setor de saúde precisa ser ponto de preocupação para empresas 

Segundo o relatório da Claroty intitulado “State of XIoT Security: 2H 2022”, 63% das vulnerabilidades impactando a Internet das Coisas (IoT) podem ser exploradas remotamente através de rede. Isso significa que um cibercriminoso não requer acesso local, adjacente ou físico ao dispositivo afetado para explorar a sua vulnerabilidade. O dado é importante tendo em vista que o setor da saúde, em plena digitalização, tem utilizado diversos dispositivos conectados e precisa protegê-los. 

Nos últimos anos, especialmente devido à pandemia de covid-19, a área de saúde em todo o mundo deu um salto em quase todos os aspectos – seja pela evolução no âmbito tecnológico com a digitalização de processos ou no aumento da demanda por prestação de serviços. A cibersegurança, então, surge como um desafio para este setor. 

A Claroty destaca que é fundamental adotar uma abordagem em camadas, especialmente considerando o aumento dos gastos com dispositivos médicos e de IoT voltados ao atendimento de pacientes, dentro das instituições. Também é necessário ter uma ampla visibilidade dos dispositivos em uso no ambiente da organização, visando facilitar o monitoramento e a aplicação dos devidos patches 

Segundo a empresa, conhecer todos os dispositivos que fazem parte do ambiente da organização e assegurar que estejam em dia com os patches de segurança é fundamental para evitar possíveis vulnerabilidades, as quais poderiam ser potencialmente exploradas por cibercriminosos para a prática de ataques capazes de gerar danos irreparáveis às instituições e a seus usuários. 

A Claroty ainda recomenda que as instituições de saúde estejam atentas para identificar e fechar as lacunas de segurança e sobre a importância de obter uma visibilidade completa de todos os ativos de seus sistemas ciberfísicos, implementando procedimentos de correção voltados a OT (Tecnologia Operacional), dispositivos IoT e IoMT, dispositivos focados em medicina. 

FONTE: IP NEWS

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