Para as PMEs (e startups em particular), as violações podem ser devastadoras, de acordo com a DigitalOcean.
Para fortalecer sua postura de segurança cibernética, as empresas devem gastar recursos valiosos na manutenção ou atualização de sistemas, contratação e treinamento de pessoal e implementação de software de segurança – recursos e opções que muitos não têm prontamente disponíveis.
Postura de segurança das PMEs
As ameaças à segurança cibernética são mais reais e prevalentes do que nunca. Para as empresas, as violações de segurança correm o risco não apenas de exposição aos dados dos clientes e uma diminuição na confiança, mas também de perdas de receita se os sistemas forem colocados offline por meio de ataques como DDoS.
“As descobertas deste relatório mostram que as PMEs têm necessidades e pontos problemáticos específicos, particularmente quando se trata de contratar e ter funcionários de segurança dedicados”, disse Tyler Healy, vice-presidente de segurança da DigitalOcean.
“Mesmo sem um papel de segurança tradicional, deve haver alguém responsável por tomar decisões de segurança em todas as organizações; esse tipo de prestação de contas é crucial. Com orçamentos mais finos, as PMEs não devem procurar complicar demais sua postura de segurança. Para muitas empresas menores, melhorar a segurança cibernética provavelmente não é sobre o que elas podem comprar ou quem elas podem contratar em um único ponto no tempo, e é tanto cultural e comportamental quanto técnico. Escolhas para simplificar a postura de segurança cedo podem pagar dividendos à medida que um negócio se expande”, continuou Healy.
A segurança cibernética está ganhando cada vez mais atenção
Os pesquisadores descobriram:
- A segurança cibernética é uma preocupação crescente entre as pequenas empresas. 54% dos entrevistados dizem que estão mais preocupados com a segurança cibernética agora do que há um ano.
- 80% das startups e PMEs têm um ou menos funcionários dedicados à segurança. 38% das empresas pesquisadas disseram que tinham zero funcionários dedicados à segurança como parte de sua função, e 42% tinham apenas um funcionário trabalhando em segurança.
- A privacidade de dados é uma das principais preocupações entre as startups, mas 57% dos entrevistados têm zero funcionários dedicados à privacidade de dados. O estudo descobriu que 74% das empresas dizem que a privacidade de dados é uma das principais preocupações de seus negócios, mas a maioria tem zero funcionários dedicados à privacidade de dados.
- A falta de tempo para se concentrar na segurança e acompanhar as ameaças em constante mudança são os maiores desafios para as empresas.
FONTE: HELPNET SECURITY