Empresas precisam investir mais de US$ 2 milhões em profissionais para diminuir ataques

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Pesquisa da Veritas revela principais riscos e necessidades de investimentos em cibersegurança

Os ataques de ransonware vão durar mais dois anos – a menos que as empresas consigam obter US$ 2,47 milhões e ampliem o número de funcionários de TI, de acordo com uma pesquisa da Veritas Technologies. As organizações tiveram em média cerca de 3 ataques de ransomware nos últimos 12 meses, que geraram tempo de inatividade, sendo que 10% foram atingidos com ransomware mais de cinco vezes no período.

Ainda de acordo com o levantamento, as infraestruturas de proteção ainda estão atrasadas em relação aos desenvolvimentos em infraestruturas de produção que passaram por mudanças dramáticas desde o início da pandemia, deixando as empresas vulneráveis ​​a eventos de perda de dados, como ataques de ransomware.

Desde que as iniciativas de transformação digital lideradas em função do COVID começaram, 80% das organizações implementaram ou expandiram sua implantação de infraestrutura em nuvem além de seus planos originais. Por outro lado, somente 58% dos tomadores de decisão de TI sênior pesquisados​​acreditam que podem afirmar com segurança e precisão o número exato de serviços em nuvem que sua organização está usando atualmente.

“Para que as organizações se protejam contra a vulnerabilidade a ameaças de dados, como ransomware, seus ambientes de produção e proteção precisam evoluir em paralelo: conforme cada nova solução é introduzida no know how de tecnologia da organização, os recursos de proteção precisam ser estendidos para cobri-la,” afirma Gustavo Leite, country manager da Veritas para o Brasil. “No entanto, com muita frequência, a necessidade de inovar com velocidade gera um desequilíbrio, criando uma defasagem de vulnerabilidade em que sistemas e dados ficam desprotegidos e abertos a ataques. Todos foram pressionados pelos desafios da COVID, e as empresas estavam certas em priorizar o desafio imediato de capacitar a mudança para o trabalho remoto. Agora, porém, chegou a hora de agir e restabelecer o equilíbrio”, diz Gustavo Leite, CTO internacional da Veritas.

As duas principais lacunas relatadas foram tecnologia em nuvem (56%) e segurança (51%) nas estratégias de TI das empresas. E, segundo o estudo, organizações com pelo menos uma lacuna em sua estratégia de tecnologia experimentaram, em média, cerca de cinco vezes mais ataques de ransomware, que resultaram em tempo de inatividade no ano passado do que aquelas sem lacunas em sua estratégia.

Para diminuir esse problema, em média, os entrevistados acreditam que sua empresa precisaria contratar 27 funcionários de TI em tempo integral para fechar as lacunas em sua estratégia de tecnologia nos próximos 12 meses. Ainda assim, há uma falta de clareza sobre o que precisa ser protegido – em média, os dados das organizações dos entrevistados são compostos por 35% de dados obscuros; 50% de dados redundantes, obsoletos ou triviais (ROT); e apenas 16% de dados críticos para os negócios.

“Com o nível de habilidades disponíveis hoje, é improvável que as empresas ao redor do mundo consigam contratar dezenas de equipes de TI adicionais para enfrentar esse desafio, então as empresas precisarão ser inteligentes se quiserem para reforçar suas infraestruturas de proteção contra a ameaça contínua de ransomware “, conclui Leite. “Selecionar uma única plataforma de proteção de dados que pode operar em todo o espaço de dados – tanto no seu data center quanto na nuvem pública – pode reduzir radicalmente a carga de gerenciamento da proteção de dados. E a adoção de ferramentas modernas de proteção de dados permite que a IA e o ML reduzam a necessidade de tantos membros da equipe”, Gustavo Leite, CTO internacional da Veritas.

FONTE: CIO

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