Ransomware “as a service”: saiba o que é esta nova tendência que afeta a segurança cibernética

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Você pode não saber o que é ransomware, mas com certeza já viu ou já ouviu falar em ataques do tipo na internet. Afinal, o ransomware nada mais é do que um software nocivo que tem a intenção de bloquear dados de computadores e/ou servidores, e para isso usa-se algum tipo de criptografia. Os hackers utilizam ransomwares como uma espécie de “sequestro de dados” e exigem pagamento (geralmente, em criptomoedas) de altos valores para que os dados sejam liberados para o dono da máquina. Os alvos são, sobretudo, empresas de pequeno a médio porte, uma vez que as grandes empresas costumam usar máquinas muito bem protegidas para a segurança dos dados.

Diferentemente do que se pensa, o ransomware não é um vírus – na verdade, ele é um malware, e, no caso do ransomware, não há uma autorreplicação de um vírus; ele é um código nocivo que é distribuído pela web, criptografando arquivos enquanto explora a vulnerabilidade dos sistemas operacionais. Quando o hacker consegue atingir o objetivo de criptografar os arquivos que ele julga importantes, é feita a exigência do pagamento para restauração dos dados.

De acordo com o novo relatório da Sophos, uma empresa voltada para a segurança cibernética, a “força gravitacional” do buraco negro que o ransomware cria puxa outras ameaças cibernéticas para criar um sistema de ransomware que é massivo e interconectado. Na prática, isso significa que o ransomware está se atualizando e se aprimorando para deixar mais sistemas de segurança vulneráveis – e, no próximo ano, a expectativa é de que os ataques funcionem “como serviço” (“as a service”), isto é, uma invasão em que os hackers alugam os dados criptografados para interessados, por meio de uma taxa que integra uma porcentagem do resgate do crime. Essa prática já ocorreu em 2021 e a tendência, infelizmente, é que aumente em 2022. 

É importante ressaltar, no entanto, que o ransomware pode afetar todos os usuários da web. Por isso, é muito importante estar atento às recomendações de segurança – presentes em celulares baratos, smartphones mais caros e até tablets e notebooks – e ter um antivírus que esteja preparado para proteger seus dados e evitar ataques de ransomware nos seus arquivos pessoais. A expectativa é de que a segurança dos dados seja integrada, por meio de inteligência artificial, aumentando a proteção e a detecção de ameaças.

FONTE: MANEZINHO NEWS

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