iFood hackeado? Nomes de restaurantes são alterados por ataques políticos

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Atualização (3/11): o iFood confirmou que a mudança de nome dos restaurantes não se trata de um ataque hacker. Assim como apurado pelo TecMundo, a ação foi realizada por um funcionário com privilégios para realizar tal ação — confira o comunicado.

De acordo com o iFood, dados de clientes e entregadores não foram comprometidos durante o ataque. Os nomes dos restaurantes já estão sendo corrigidos, e o app opera normalmente.

Notícia original: O iFood, empresa líder de entrega de comidas na América Latina, teve nomes de restaurantes alterados na noite desta terça-feira (02). Ainda não é possível afirmar se houve invasão aos sistemas da companhia ou se foi realizado um trabalho interno.

Dezenas de relatos nas redes sociais mostram que alguns estabelecimentos no aplicativo foram exibidos com termos como “Lula Ladrão” e “Bolsonaro 2022”. Extrapolando certo “hackativismo”, zombarias com Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018, e falsas alegações como “Vacinas Matam” também apareceram no app para milhares de usuários.

O problema no iFood provavelmente foi ataque interno

Em conversa com uma fonte anônima com conhecimento sobre a operabilidade interna do iFood, a possibilidade de o problema ser um ataque interno é alta. Como a empresa de entregas supostamente não armazena dados de cartões de crédito de clientes, não seria necessária a remoção das informações do app.

Também não é preciso alterar senhas até o momento. Contudo, leve em conta que você não tem sua conta do iFood replicada em outros serviços.

TecMundo entrou em contato com a assessoria de imprensa do iFood para mais detalhes. Até agora, este foi o posicionamento enviado ao UOL:

“Na noite de hoje, 2 de novembro, o iFood identificou que alguns estabelecimentos cadastrados na plataforma tiveram seus nomes alterados. Aproximadamente 6% dos estabelecimentos foram afetados. A empresa tomou medidas imediatas para sanar o problema e proteger os dados de restaurantes, consumidores e entregadores. Em investigações preliminares, a empresa informa que não há qualquer indício de vazamento da base de dados pessoais cadastrados na plataforma, tampouco de dados de cartão de crédito”.

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FONTE: TECMUNDO

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