Segurança de endpoint e dispositivo móvel é prioridade para 59% das empresas no mundo até 2023

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O modelo de trabalho híbrido implica que o número de dispositivos conectados à rede corporativa é maior, aumentando exponencialmente os pontos de entrada para os cibercriminosos

 A partir de agora, 74% das organizações no mundo permitirão que os funcionários trabalhem em casa ou no modelo híbrido permanentemente, o que os obriga a utilizarem diferentes dispositivos para que possam realizar todas as suas atividades profissionais.

De acordo com uma pesquisa global realizada pela Dimensional Research* a pedido da Check Point, 59% das empresas têm a proteção de endpoints e dispositivos móveis como sua principal prioridade.

Os especialistas da Check Point Software listam a seguir os principais motivos pelos quais é essencial atualizar a segurança e, assim, ser capaz de manter os sistemas de negócios protegidos contra qualquer ciberataque:

• Mais dispositivos, mais pontos de entrada: 46% das organizações tiveram pelo menos um colaborador que efetuou o download de um aplicativo móvel malicioso em 2020, colocando em risco as redes e os dados corporativos, de acordo com o Relatório de Segurança 2021 da Check Point Software. Esses dados mostram que quanto mais funcionários remotos se conectam de diferentes dispositivos à rede da empresa, maiores são as chances de um cibercriminoso ser capaz de introduzir uma ameaça cibernética para roubar seus dados, arquivos, entre outras informações. Ter uma solução que ofereça proteção abrangente e para múltiplos dispositivos não é mais uma opção, é uma questão de sobrevivência.

• Dispositivos desatualizados implicam em mais perigo: estamos em uma etapa de constante transformação tecnológica em que os ataques cibernéticos se desenvolverão à medida que novas tecnologias, como a IoT, sejam massivamente implementadas, ou ocorra o desenvolvimento das já existentes, como inteligência artificial ou infraestrutura em nuvem. É claro que quanto mais dispositivos tiverem acesso à rede, maior será a probabilidade de um aplicativo não estar atualizado e o risco aumentar. Os cibercriminosos estão evoluindo, e as empresas também devem fazer isso para se manterem protegidas contra novas gerações de ciberataques.

• Bloquear vulnerabilidades isoladas: basta que um computador que não esteja devidamente protegido se torne alvo de um cibercriminoso para comprometer toda a rede corporativa. Proteger os endpoints ajudará, acima de tudo, a limitar a entrada de vulnerabilidades de dispositivos individuais conectados. Se um determinado dispositivo sofrer um ataque, o sistema será capaz de bloquear as possíveis vulnerabilidades de cada um dos que estão integrados na rede.

• Prevenção de problemas antes que eles ocorram: Limitar a proteção a um único software antivírus convencional significa que se está apenas recorrendo a medidas reativas que funcionam depois que o endpoint foi infectado. Agora, as empresas precisam adotar uma abordagem proativa à segurança cibernética com camadas adicionais de proteção, como detecção, bloqueio e prevenção de ameaças na web. Como os endpoints estão na vanguarda da defesa dos dados, é fundamental que todas as etapas necessárias sejam tomadas para evitar que incidentes ocorram neste ponto. Uma outra atividade proativa essencial é dar treinamento e capacitação em cibersegurança aos funcionários, pois desta forma eles serão a primeira barreira contra qualquer tipo de ciberataque.

Em resumo, os especialistas da Check Point Software afirmam que, a pandemia tornou os pontos de acesso ao ambiente corporativo mais vulneráveis, à medida que mais dispositivos entram em ação no novo formato de trabalho, portanto, ter uma segurança de endpoint forte e atualizada deve ser uma das prioridades das empresas neste ano.

FONTE: SECURITY REPORT

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