Com a Operação 404, Brasil lidera combate ao crime cibernético na América Latina

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A Operação 404 é um grande esforço multijurisdicional projetado para coibir piratas digitais em todo o Brasil, um país onde o consumo de conteúdo local e internacional pirateado continua sendo massivo e muito impactante para a indústria de entretenimento e mídia. A terceira fase da Operação 404 eleva o Brasil à posição de liderança no combate à pirataria na América Latina.

Desde o seu lançamento em 2019, o projeto tem sido um esforço conjunto envolvendo autoridades públicas e iniciativas privadas para combater a pirataria e os crimes cibernéticos. Nas três primeiras fases da operação, mais de 790 sites foram encerrados, pelo menos 250 aplicativos suspensos e dezenas de mandados de busca e apreensão foram realizados em todo o Brasil.

A operação 404, fase 3, ainda está em andamento, com a última invasão ocorrendo na região de Belo Horizonte, nesta terça-feira, 20 de julho de 2021.

“Com a terceira fase da Operação 404, as principais associações da indústria, incluindo ABTA, ACE / MPA, Alianza, APDIF e IFPI, continuam a desempenhar um papel importante no apoio aos esforços contínuos e à persistência das autoridades governamentais brasileiras, policiais e outras agências para derrubar organizações piratas”, diz Pascal Métral, vice-presidente de Assuntos Jurídicos e chefe de inteligência antipirataria, investigações e contencioso da NAGRA, empresa líder em segurança digital que produz inteligência e assistência técnica para apoiar as operações realizadas pelas autoridades locais.

“A NAGRA parabeniza todos os órgãos e setores da indústria envolvidos na Operação 404 por sua contínua diligência – e sucesso – na luta contra a pirataria. Temos orgulho de fazer parte de um projeto que reúne organizações locais, regionais, públicas e privadas de vários países, para mais uma vez alavancar nossa capacidade antipirataria e ajudar a reduzir as atividades criminosas”, declara Métral.

Muitas empresas que atuam de forma criminosa mantêm uma fachada legítima de negócios, que só pode ser percebida por meio de uma vigilância permanente e do uso de tecnologias que possibilitam identificar o rastro dos infratores. Segundo Métral, as ações de combate à pirataria, além de acabar com a falsa impressão de que a rede é um terreno sem dono, continuam a impactar com o aprimoramento de soluções, tecnologias e estratégias para lidar com os piratas.

A violação dos direitos autorais, pela exibição ou retransmissão não autorizada de IPTV ou streaming de conteúdo, não se limita à perda da cadeia audiovisual, comprometendo as economias locais, que deixam de abrir empregos e arrecadar impostos, dada a atividade ilícita. O alarme também soa quando o foco está no relacionamento com o consumidor, que se expõe ao risco de ter dados pessoais capturados por malware presentes em aplicativos piratas.

FONTE: JORNAL DE CARUARU

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