Como garantir a segurança digital para Insurtechs

Views: 69
0 0
Read Time:3 Minute, 41 Second

As insurtechs ou empresas que combinam seguro com tecnologia têm crescido nos últimos anos. De 2018 para 2020 houve um aumento de 47% das empresas do setor.

Simultaneamente com o crescimento e surgimento delas, aumenta a preocupação em como garantir a segurança digital para insurtechs. Isso acontece porque a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) fez com que os cuidados com os dados ficassem ainda maiores.

É claro que as empresas de tecnologia sabem que não é apenas a legislação que preocupa. Se não protegerem as informações perderão clientes e poderão ter problemas.

Adotar medidas para garantir a segurança digital passa a ser essencial. Veja quais podem ser incorporadas às práticas do cotidiano.

Treinar os colaboradores

A todo momento as insurtechs recebem dados de clientes, afinal, para que seja feita a cotação do seguro auto é necessário fornecer uma série de dados.

As soluções tecnológicas respeitam as configurações após esse serem programas, já as pessoas podem cometer deslizes.

Existe a necessidade de conscientizar os colaboradores sobre o papel e responsabilidade de cada um. Além disso, orientar sobre possíveis penalidades em relação à tratativa dos dados. Todos devem conhecer os processos e procedimentos adotados e segui-los.

Realizar a manutenção constante das ferramentas

A segurança digital para insurtechs só será conseguida se as ferramentas se mantiverem atualizadas. Portanto, além de acompanhar o setor de seguro, as empresas precisam estar atentas ao da tecnologia.

Cada melhoria para o usuário deve ser implementada desde que isso não afete a segurança. Potenciais falhas devem ser corrigidas a cada nova versão e o monitoramento deve ser constante.

Um erro de funcionamento muitas vezes pode indicar um problema maior, por isso a manutenção deve ser realizada com frequência.

Monitorar os acessos dos colaboradores para garantir a segurança digital para insurtechs

Muitas vezes a porta de entrada para um vírus ou malware são os funcionários da empresa. Nem sempre essa permissão é dada de forma consciente, mas ao clicar em um link malicioso o problema tem início.

Isso quer dizer que além de treinar as pessoas será necessário monitorar os acessos. Sites e links maliciosos devem ser bloqueados. O monitoramento identificará potenciais falhas e fará com que haja atuação antes da situação se complicar.

A área de TI deve acompanhar e agir o mais rápido possível para que não haja o vazamento de informações e roubo de dados.

Armazenar as informações em nuvem

O uso da nuvem para armazenamento de dados torna o ambiente mais seguro. Ele conta com níveis de proteção que torna o acesso indevido mais restrito e difícil.

Bem diferente do que ocorre com um servidor físico que pode ser invadido, ter dados roubados e perdidos.

Além das informações na nuvem, é indicado sempre haver um backup. Uma tentativa de invasão pode corromper os dados, mas tendo uma cópia dele se tem a garantia da integridade e segurança.

Investir em antivírus e firewall

A segurança digital para insurtechs requer investir no que há de melhor. Apesar de haverem versões gratuitas de antivírus, elas costumam ser muito básicas e não atendem ao negócio de tecnologia.

É necessário investir em um antivírus de qualidade paga para evitar invasões no sistema e detectá-las logo no início. Somado a isso o firewall deve estar ativo para garantir uma proteção adicional.

Uma forma de garantir que haja essas barreiras em todos os computadores é com o monitoramento. Por isso, ele foi um dos itens citados.

Estabelecer uma política de senha

Para garantir a segurança das informações, a preocupação com o acesso aos sistemas deve ser constante. Estabelecer uma política em relação às senhas dos colaboradores é fundamental.

Cada um deve ter uma senha individual que não deve ser compartilhada. Outro ponto muito importante é em relação a senha que será usada. Os padrões como 123456 ou abcd precisam ser proibidos. Devem ser usadas as senhas fortes que combinam letras, números e caracteres especiais.

Cada sistema deve ter uma senha própria, pois, usar a mesma para todos é um risco. Se, por exemplo, o e-mail é hackeado e ele é usado para o resgate de senhas, todos os demais sistemas estarão comprometidos. Sem falar que não haverá necessidade desse trabalho todos, pois, com a mesma senha acessará plataformas diversas.

A segurança digital para insurtechs é um assunto sério e merece a máxima atenção. Todo cuidado deve ser tomado ao investir em tecnologia, deve ser constante.

AUTOR(A): Jeniffer Elaina, do site Smartia.com.br

Previous post ISPs sob pressão da LGPD e dos crimes cibernéticos
Next post Desmistificando a cibersegurança: 3 motivos para colocá-la em prática

Deixe um comentário