Cibersegurança e o cuidado por trás das informações corporativas

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De acordo com a pesquisa da Cisco, 65% dos empresários entrevistados afirmaram que as suas empresas ficaram mais frágeis durante a pandemia.

Durante a pandemia, as empresas tiveram que se aproximar de seus funcionários, clientes e parceiros por meio da tecnologia. E como consequência da aproximação, as organizações tiveram que fortalecer os seus servidores com uma rigidez voltada à cibersegurança devido ao aumento de ameaças e de ataques cibernéticos contra empresas.

Home office trouxe desafios

A flexibilização do trabalho e a adequação para atuar remotamente fez com que alguns profissionais desejassem se manter no mundo digital. Com a longa duração da pandemia, empresas com diferentes proporções no mundo digital acreditam que no período pós-pandêmico os seus funcionários continuarão a trabalhar de maneira remota.

Na internet, temos diferentes setores de atuação e novos tipos de profissões. Essa migração para o mundo digital atraiu mais ataques maliciosos, principalmente quando trata-se do sequestro de dados e acessos em troca de um resgate. 

Motivos da intensificação no cuidado

Se há uma semelhança entre diferentes países, é o aumento na preocupação na cibersegurança, principalmente com o crescimento dos conflitos geopolíticos no oriente. Em uma pesquisa feita pela Cisco envolvendo países populosos como Índia, Estados Unidos e Brasil, chegou-se à conclusão de que mais do que 40% dos trabalhadores continuarão a prestar serviços de maneira remota. 

Para facilitar a estabilidade dos trabalhos remotos e intensificar a segurança e a privacidade do trabalho, é essencial a criação de uma infraestrutura de cibersegurança. Entre os entrevistados, donos de prioridades corporativas nas três regiões citadas acima, cerca de 40% confirmaram o desejo da maioria dos seus funcionários na continuidade do trabalho em casa. 

Antes da pandemia, uma média de apenas 20% dos funcionários trabalhavam de maneira remota. Isso mostra o quanto as empresas ainda não estavam prontas para garantir a segurança das informações estando cada membro do time em um lugar diferente.

A indecisão e a insegurança cercam as empresas quando o assunto é voltado à pandemia. Fato é que, por mais que algumas ou muitas retornem ao trabalho presencial, os ataques hackers e as ameaças se intensificaram. É preciso, independente do regime de trabalho, atuar na proteção e na educação de funcionários.

Com o objetivo de manter a boa reputação, as empresas recorrem a um meio de impedir a crescente dos ataques de agentes que visam beneficiar-se das brechas de segurança. Algumas empresas negavam a importância da cibersegurança na privacidade dos dados, e tiveram que aprender a valorizar, quando já tinham os seus dados expostos.

Arquitetura e Engenharia são setores visados

De acordo com a pesquisa da Cisco, 65% dos empresários entrevistados afirmaram que as suas empresas ficaram mais frágeis durante a pandemia. Foi notado um aumento de ameaças cibernéticas em uma escala de 30%. 

A pesquisa ainda revela que há setores mais ameaçados que outros: 78% das organizações no Arquitetura e Engenharia viram aumento de 25% ou mais nas ameaças ou alertas cibernéticos, o número mais expressivo em todos os setores.

Há também o risco das organizações que estão crescendo na pandemia. Com o aumento de dados e faturamento sem o aumento da cibersegurança de forma proporcional, os crackers veem brechas e acabam por causar prejuízos e danos à imagem dessas empresas.

Por isso, se a sua empresa adotou o home office, está em fase de crescimento ou deseja ter uma longa jornada sem danos à imagem, a cibersegurança deve se tornar uma prioridade.

FONTE: PRIVACY TECH

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