Ransomware of Things: como funciona um dos piores ciberataques?

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Especialmente desde que fomos obrigados a adotar o teletrabalho e ficar confinados em casa a maioria do tempo, ficámos obrigados a depender mais ainda de todos os produtos que temos ligados à internet, abrindo as portas ao crescimento do Ransomware of Things.

O alerta sobre este “novo” perigo chega por parte da Check Point, categorizando-o como uma evolução do software malicioso que, em vez de roubar a informação sensível, assume controlo de todos os dispositivos ligados a uma rede.

Este é um perigo real e que tem crescido de forma exponencial durante todo o ano passado e, as tendências não são animadoras. De acordo com a Check Point, durante o último trimestre de 2020, o número de ciberataques aumentou 160%.

Jackware é a mais vulgar forma de ataques Ransomware of Things

Hoje em dia, a nossa ligação à internet não se limita apenas ao nosso smartphone e computador. Os dispositivos Internet of Things (IoT) fazem parte da vida de milhões de portugueses, que cada vez mais adotam as novas tecnologias.

Estes ataques Ransomware of Things têm como objetivo conseguir assumir controlo de todos estes dispositivos, deixando o utilizador numa situação muito vulnerável.

Através de um vírus apelidado de “jackware”, os hackers conseguem bloquear o acesso a todos os dispositivos ligados à internet. Tanto para utilizadores privados como empresas, os riscos e possíveis danos são evidentes.

Por isso, em muitas das situações, os hackers acabam por conseguir cumprir com sucesso a sua missão, retornando o controlo após receberem pagamentos de resgate avultados.

FONTE: TECHNET

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