Microsoft continua sendo a marca mais imitada em ataques de phishing

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Relatório da Check Point mostra que 43% das campanhas maliciosas no último trimestre usavam a marca

A Check Point Research (CPR), braço de Inteligência em Ameaças da Check Point Software Technologies, apontou que a Microsoft foi a marca mais frequentemente adotada pelos cibercriminosos no final do ano passado. Os dados são do Relatório sobre Phishing de Marca referente ao quarto trimestre de 2020, em que são apontadas as marcas mais imitadas por cibercriminosos em suas tentativas de roubar informações pessoais ou credenciais de pagamento.

À medida que os atacantes continuam tirando proveito das fragilidades do trabalho remoto, a porcentagem de tentativas de phishing relacionadas com a Microsoft registou um aumento significativo: de 19% para 43%. 

A DHL manteve a sua posição enquanto segunda marca mais imitada, estando presente em 18% de todas as tentativas de phishing, resultado da época de compras online em novembro e dezembro, na qual foram relatados vários ataques deste gênero. 

Entre os setores mais afetados pelo phishing de marca, destacam-se o da tecnologia, seguido pela distribuição/entregas e varejo, evidenciando a forma como os atacantes adotam marcas reconhecidas nestas áreas para enganar os usuários, à medida que buscam se adequar à tecnologia de trabalho remoto e recorrem aos pedidos e compras online para evitar as aglomerações no comércio. 

A CPR aponta que, durante o quarto trimestre de 2020, os cibercriminosos aumentaram as suas tentativas de roubar os dados pessoais dos consumidores através desse tipo de golpe. Num ataque de phishing deste tipo, os cibercriminosos tentam imitar o site oficial de uma marca reconhecida ao utilizar o domínio, a URL e o design da página similares ao website original. 

O link para o site falso pode ser enviado às pessoas por e-mail ou via SMS, de modo que o usuário pode ser direcionado para a página durante uma navegação ou por meio de um aplicativo móvel fraudulento. O site falso contém um formulário cujo objetivo é o de roubar credenciais, detalhes de pagamento, entre outras informações pessoais dos usuários. 

As principais marcas estão classificadas conforme sua aparição global nas tentativas de phishing: 

Microsoft (presente em 43% de todas as tentativas de phishing em nível global) 

DHL (18%) 

LinkedIn (6%) 

Amazon (5%) 

Rakuten (4%) 

IKEA (3%) 

Google (2%) 

Paypal (2%) 

Chase (2%) 

Yahoo (1%) 

FONTE: IPNEWS

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