Quais são as prioridades para a cibersegurança corporativa nos próximos anos?

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Uma nova pesquisa realizada pela Check Point com cerca de 600 executivos da área de segurança da informação revela quais são as principais preocupações dos profissionais do setor para os próximos três anos. No geral, é uma unanimidade entre os especialistas que as mudanças estruturais em suas estratégias causadas pela crise do novo coronavírus (SARS-CoV2) serão permanentes, sendo necessário aprimorá-las até 2023.

“A pesquisa mostra que a maioria das organizações não espera que seus problemas e prioridades de segurança atuais mudem significativamente nos próximos dois anos. Para muitos, as mudanças rápidas que tiveram de realizar em suas redes e infraestruturas de segurança em resposta à pandemia serão permanentes”, explica Claudio Bannwart, country manager da Check Point Brasil.

Questionados sobre os principais desafios a curto prazo — ou seja, para 2021 —, os participantes do estudo apontam sobretudo para as dificuldades de garantir que os colaboradores trabalhem remotamente de forma segura (47%); preocupam também os ataques de engenharia social (42%), a manutenção do acesso remoto seguro (41%) e a proteção de apps e ambientes de computação na nuvem (39%).

Como poderíamos imaginar, 95% dos entrevistados confirmaram que suas estratégias de segurança mudaram na segunda metade de 2020 por conta da pandemia da COVID-19; desse montante, a maioria (67%) acusa que o motivo para tais mudanças foi a necessidade de se adaptar rapidamente ao trabalho remoto. Isso deve continuar sendo motivo de aflição até 2023 para 61% dos executivos.

Imagem: Reprodução/cottonbro (Unsplash)

Retornar às metodologias antigas não parece ser uma opção, visto que apenas 20% dos profissionais acredita que as coisas estão voltando a ser o que eram antes. No geral, o “novo normal” veio para ficar, e isso inclui dar mais atenção para a segurança de endpoints pessoais e dispositivos móveis, tal como para as nuvens públicas ou múltiplas e dispositivos de Internet das Coisas (IoT).

“As organizações devem priorizar o fechamento de quaisquer brechas de segurança em suas novas redes distribuídas, desde os PCs domésticos dos funcionários e os próprios funcionários até o data center. Lidar com o impacto da pandemia nas operações de negócios e garantir que elas possam continuar a operar da maneira mais eficiente e segura possível será o maior desafio contínuo para a maioria das empresas”, complementa Bannwart.

FONTE: CANALTECH

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