Novo relatório sobre recursos de descriptografia da polícia

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Há um novo relatório sobre os recursos de descriptografia da polícia: especificamente, ferramentas forenses de dispositivos móveis (MDFTs). Resumo: não é só o FBI que pode fazê-lo.

Este relatório documenta a adoção generalizada de MDFTs pela aplicação da lei nos Estados Unidos. Com base em 110 solicitações de registros públicos para agências estaduais e locais de aplicação da lei em todo o país, nossa pesquisa documenta mais de 2.000 agências que compraram essas ferramentas, em todos os 50 estados e no Distrito de Columbia. Descobrimos que as agências estaduais e locais de aplicação da lei realizaram centenas de milhares de extrações de celulares desde 2015, muitas vezes sem um mandado. Pelo que sabemos, esta é a primeira vez que tais registros são amplamente divulgados.

Muitos detalhes no relatório. E neste artigo de notícias:

Pelo menos 49 dos 50 maiores departamentos de polícia dos EUA têm as ferramentas, de acordo com os registros, assim como a polícia e xerifes em pequenas cidades e condados em todo o país, incluindo Buckeye, Ariz.; Shaker Heights, Ohio; e Walla Walla, Wash. E as agências locais de aplicação da lei que não têm tais ferramentas podem muitas vezes enviar um telefone bloqueado para um laboratório criminal estadual ou federal que tem.

[…]

As ferramentas vêm principalmente da Grayshift, uma empresa de Atlanta co-fundada por um ex-engenheiro da Apple, e da Cellebrite, uma unidade israelense da Sun Corporation do Japão. Suas principais ferramentas custam cerca de US$ 9.000 a US$ 18.000, mais US$ 3.500 a US$ 15.000 em taxas anuais de licenciamento, de acordo com faturas obtidas pela Upturn.

FONTE: SHNEIER ON SECURITY

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