McAfee reapresenta nos EUA pedido de abertura de capital

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Esta será a segunda vez que a McAfee se torna empresa pública, depois de ser fundada com o nome de McAfee Associates em 1987 por John McAfee

McAfee está se preparando para novamente se tornar uma empresa pública, isto é, com ações comercializadas em bolsas de valores. A empresa apresentou ontem à SEC (Securities and Exchange Commission), órgão dos EUA similar à CVM (comissão de Valores Mobiliários) seu pedido de abertura de capital, que equivale ao IPO, o initial public offering, oferta pública inicial de ações.

Ela solicitou a listagem de suas ações ordinárias Classe A no Nasdaq Stock Market sob o símbolo “MCFE”. A empresa, sediada em San Jose, Califórnia, planeja emitir US$ 100 milhões em ações, embora esse número possa ser atualizado brevemente.

“O número de ações a serem ofertadas e a faixa de preço da oferta proposta ainda não foram determinados”, disse a McAfee no comunicado ao mercado publicado ontem. Morgan Stanley e Goldman Sachs estão atuando como principais administradores dos documentos e representando os subscritores da oferta. TPG Capital BD, LLC, BofA Securities, Citigroup, RBC Capital Markets, Deutsche Bank Securities, UBS Investment Bank, HSBC e Mizuho Securities também atuam como gestores de escrituração conjunta para a oferta proposta. Evercore ISI, Piper Sandler e Stifel estão atuando como co-gestores para a oferta.

A McAfee é atualmente de propriedade das firmas de private equity TPG e Thoma Bravo e da Intel. A empresa reportou receita líquida de US$ 2,6 bilhões em 2019 e prejuízo líquido de US$ 236 milhões.

Esta seria a segunda vez que a McAfee se torna empresa pública. Depois de ser fundada com o nome de McAfee Associates em 1987 por John McAfee, que renunciou à empresa, ela abriu o capital em 1999, com suas ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York.

Em 2010, a Intel anunciou planos de comprá-la por US$ 7,7 bilhões em um acordo fechado em 2011. A decisão da Intel de comprar a McAfee para construir segurança de endpoint em motherboards – em vez de deixá-la no sistema operacional – surpreendeu muitos analistas e ela não conseguiu recuperar o dinheiro. No final das contas, a fabricante de chips teve prejuízo de US $ 3 bilhões no negócio.

FONTE: CISO ADVISOR

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